Choveu…

Choveu por dias sem fim… Choveu até a terra transbordar… Sim, choveu até os dias passarem e não conseguir mais absorver o que tanto lhe desinquietava a alma.

Choveu…

Choveu em si, uma e outra vez, numa encruzilhada sem saída, onde as palavras ditas ou por dizer já nada lhe valiam.

Choveu…

E a ânsia não acalmou, e a solidão não sossegou, e o mundo não parou.

Nos seus gritos mudos queria apenas largar o que já não lhe pertencia, abraçar uma mudança que tanto desejava e ficar por fim livre de si…

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