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A Rapariga da Rosa, Leslie Wolfe

A Rapariga da Rosa de Leslie Wolfe é um livro diferente dos outros, porque em vez de uma investigação, temos três! Sim, três assassinos, três investigações e três crimes, tudo num só livro.

Quando recebi este novo livro estava em pulgas para saber, novidades da agente Tess, o último deixou muitas pontas em aberto e uma boa base para o seguinte. No entanto, nesse campo não soube grande coisa, os pendentes ficaram lá, entre linhas lá responderam a uma das minhas questões, mas nada de mais.

Se por um lado as respostas por dar continuaram no ar – até porque acredito que ainda vamos saber algo mais sobre o assassino do livro anterior – por outro estas três novas histórias deixaram a minha adrenalina no máximo! O ritmo da investigação foi alucinante, não se perderam detalhes importantes, e tivemos as duas perspetivas, a do assassino e a da agente.

Até o final da última história foi inesperado, algo pouco comum para a nossa agente, que já nos habituou a determinados comportamentos.

A primeira história fala-nos de alguém próximo ao comissário que desaparece, acompanhamos Tess numa luta contra o tempo, só queremos que esta doce menina apareça viva. Ao mesmo tempo, acompanhamos o assassino nos momentos de tortura à jovem, conhecemos as suas motivações e ‘rezamos’ para que tudo acabe da melhor forma.

A segunda história remete-nos para um velho caso por desvendar, o assassino das letras. Embora o caso não seja de Tess, esta vê-se envolvida quando Cat acolhe uma vítima na sua casa. Irá finalmente Tess desvendar o mistério e encontrar o assassino? Ou vamos apenas ficar a assistir a uma penalização desta agente por meter o nariz onde não é chamada?

O mais último, e (para mim) o mais surpreendente, começa com um corpo descoberto no meio do mar. Tudo indica que esta não seria a primeira vítima de tão ilustre criminoso, mas em pleno oceano será muito difícil encontrar as restantes. Como irá Tess descobrir este criminoso com tão pouca informação deixada no corpo? É que esta vítima parece mesmo que caiu do céu…

Quanto à narrativa de Leslie Wolfe continua genial como sempre, cheia de ritmo e com pequenas pistas ao longo do livro, sobretudo na segunda história em que não conhecemos de todo o contexto do assassino, apenas o seu ‘modus operandi’ do passado.

Um livro que não poderia deixar de recomendar a todos, mesmo os que ainda não leram nada da saga da agente Tess, uma vez que os livros se focam nos crimes e muito pouco na sua visa pessoal.

Ele está à vossa espera aqui.

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